Críticas

Published on maio 9th, 2018 | by Vivian Duarte

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Jumanji – Crítica

Esqueça o jogo de tabuleiro, entro no mundo de Jumanji através de um vídeo game.

Como juntar quatro pessoas que nunca se falaram na vida numa escola? Coloque-os na detenção. Spencer (Alex Wolff), um nerd típico dos filmes que gosta de jogar muito vídeo game, Fridge (Ser’Darius Blain), um típico jogador de futebol, Bethany (Madison Iseman), uma menina viciada em redes sociais e Martha (Morgan Turner), a menina nerd que não se encaixa em grupo nenhum. Esse grupo distinto como punição acaba tendo que limpar o deposito e como obra o destino acabam encontrando o jogo e decidem matar o tempo com aquilo. Cada um escolhe um avatar, Spencer torna-se o Dr. Smolder Bravestone (Dwayne Johnson), líder do grupo, um personagem sem nenhuma fraqueza, Fridge vira Moose Finbar (Kevin Hart), fiel escudeiro do Dr. Bravestone, Bethany literalmente torna-se o seu oposto, ela acaba sendo Dr. Shelly Oberon (Jack Black) e, por fim Martha vira a mulher fatal Ruby Roundhouse (Karen Gillan) e para sair do jogo, eles precisam salvar Jumanji da garra do vilão Van Pelt (Bobby Cannavale) e também contaram com a ajuda de Seaplane McDonough (Nick Jonas).

Jumanji é um filme divertido que possui ótimas piadas e é possível ver que a escolha do elenco deu certo, tanto dos personagens do mundo real, como o elenco dos avatares do jogo. Não há como negar a química de The Rock com Kevin Hart, já que os mesmos já fizeram um outro longa bem divertido. Agora a pessoa que mais rouba a cena (na minha opinião) foi Jack Black, tem muito tempo que não vejo algo dele que tenha me agradado, mas simplesmente em Jumanji, ele arrasou sem contar suas cenas com Nick Jonas, realmente o entrosamento deles deu muito certo. Como não poderia faltar há uma referência ao primeiro filme, não é muito evidente, mas aqueles que viram e gostaram da história, ficaram felizes ao ver que o diretor lembrou do nosso amado e querido Robin Willians. Por fim, falar do vilão que pela primeira vez não me importei de ser um personagem genérico. Afinal Van Pelt é o clássico vilões de vídeo games antigos que não precisam ser muito bem detalhados, apenas precisam de uma motivação para dominar o mundo.

Jumanji – Crítica Vivian Duarte

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