Críticas

Published on May 15th, 2018 | by Vivian Duarte

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Star Wars: Os Últimos Jedi – Crítica

Dois anos se passaram desde os angustiantes momentos finais de Star Wars: O Despertar da Força e preciso dizer que não senti o mesmo frio na barriga que tive ao assistir o episódio VII.

Depois da derrota humilhante de Kylo Ren (Adam Driver), vulgo Ben Solo, por Rey (Daisy Ridley) na floresta, o filho de Leia (Carrie Fisher) e Han Solo (Harrison Ford) não está tendo seus melhores dias ao lado seu líder supremo Snoke (Andy Serkis), um personagem que espero eu no livro tenha alguma explicação, pois no filme ele desaparece como apareceu, sem nenhum tipo de história. Enquanto isso vemos finalmente Rey conversar com a lenda dos Jedi, o melhor deles, o inabalável e razinza Luke Skywalker (Mark Hamill), que por razões óbvias acredita que tudo que aconteceu com Ben seja culpa dele, talvez tenha sido, mas aquele garoto nunca teve os pinos no lugar mesmo. Junto a isso temos Finn (John Boyega) e uma nova parceira partindo numa missão aleatória, já que ela não era muito necessária para os planos dos Rebeldes se você pensar bem.

O que mais me chamou a atenção nesse longa foi o deja vu da história que pode ser muito bem comparada ao episódio VI, O retorno do Jedi.  Depois de Rey e Ben desenvolverem uma conexão que mais tarde é explicada, a garota acredita que ainda há salvação para o filho de Han Solo, igual ao Luke no antigo filme. Ela praticamente se entrega e bandeja para metre Snoke e tenta mudar a cabeça dele para fazê-lo voltar a ser um Jedi, igualzinho ao Luke com o Darth Vader, claro sem a mesma emoção. O eu não entendi muito bem, foi essa repentina ligação entre Kylo Ren e Rey, essas emoções que ambos compartilhavam um com outro, sei lá parecia que o diretor queria forçar uma ligação repentina com a gente. Sem contar coisas que aconteceram que eram desnecessárias, tipo para que a missão de achar o mestre decodificador num planeta estilo Las Vegas.

E não importa o que aconteça, mesmo que Kylo Ren tenha aquela pose e imponha medo nas outras pessoas, para mim ele não passa de um garoto mimado que não soube respeitar seu mestre por acreditar que ele já era o melhor, penso que faltou humildade nele, talvez por quem seja a sua família ou por tentar ser melhor do que eles e mesmo que eu ainda tenha alguma esperança que ele no final irá voltar para o caminho Jedi, o final não será muito agradável. Agora falando em final, qual era o problema de colocar Luke para lutar uma vez, realmente, qual era o problema.

Star Wars: Os últimos Jedi, praticamente não responde quase nada de nossas duvidas do primeiro longa, sim descobrimos quem são os pais de Rey, mas isso acaba perdendo a relevância no decorrer do filme. Espero que o próximo longa que será dirigido J. J. Abrams responda tudo aquilo que esse deixou e dê um final digno para essa franquia maravilhosa.

Star Wars: Os Últimos Jedi – Crítica Vivian Duarte

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