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Críticas

Published on Maio 9th, 2018 | by Vivian Duarte

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A Forma Da Água – Crítica

A Forma Da Água ganhou o prêmio de Melhor Filme desse ano, claro que apresenta uma bela histórias um pouco peculiar, excelentes personagens e atuações, ótima trilha sonora, mas penso que não deveria ter ganho essa estatueta.

Eliza (Sally Hawkins) é uma moça humilde que trabalha num complexo do governo, o que a difere das demais pessoas é que ela não consegue falar. Mesmo assim, ela tem a sua rotina onde todos os dias ela a repete. Até que tudo muda com a chegada de um misterioso objeto que contém algo mais misterioso ainda.

Depois disso, a história começa a ganhar forma, Eliza e a criatura não conseguem falar um com outro, mas por meio de gestos, transmitem ao telespectador tudo o que sentem um pelo outro. Na verdade é algo muito bonito de se ver. Outro ponto positivo para o longa é a criatura (Doug Jones), algo realmente interessante. O ator já trabalhou em diversos outros filmes com o diretor Guilhermo Del Toro, como Labirinto do Fauno e Hellboy.

Outra coisa que gostei bastante do filme, foi a representação da época, pois o longa se passa nos anos 60, onde ainda o preconceito era bem explicito e as pessoas o exerciam a toda hora, como o caso do atendente da confeitaria, que era um homem muito bonito fisicamente, mas por dentro era nojento. Agora aquele que retratou da melhor forma um homem preconceituoso, foi o vilão Richard Strickland (Michael Shannon ), o homem representou fielmente o que era aquela sociedade. Machista, homofóbico e acreditava que sua raça era superior a todos, principalmente em relação aos negros, posso dizer que não me simpatizei com o personagem, por isso amei o final dele no filme.

Por fim não podia deixar de falar dos melhores amigos de Eliza, Zelda (Octavia Spencer ) e Giles (Richard Jenkins). O relacionamento de Eliza com Zelda me fez lembrar do relacionamento do Forrest Gump (Tom Hanks), com seu amigo Bubba (Mykelti Williamson), já que a forma que as duas conversam são semelhantes. Eliza só escuta e pouco responde, igual Forrest e Zelda fala pelos cotovelos como Bubba. O outro amigo é Giles, um pintor decadente gay que procura voltar ao topo novamente, geralmente é dele que vem os comentários mais espirituosos.

A Forma Da Água – Crítica Vivian Duarte

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