Críticas

Published on Maio 5th, 2018 | by Vivian Duarte

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Capitão America: Guerra Civil – Crítica

A vingança é um prato que se come frio, é amarga e a pessoa que sente isso só tem um único objetivo concluí-la. Ainda não consigo expressar corretamente as palavras para descrever Capitão América: Guerra Civil, talvez estupendo seja pouco para o grande longa. A turma está reunida, ou bem quase ela, sem Thor e Hulk a história se desenrola com Capitão América (Chris Evans) tendo escolher um lado, mas não é bem sobre o tratado e sim qual amigo ele apoiará.

Posso dizer eu tinha uma visão errada do Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e seus motivos, mas Tony Stark transparece em todas as suas cenas a melancolia de ter que caçar os seus amigos. Zemo (Daniel Brühl), para alguns pode ser considerado genérico, mas não ele é incrivelmente inteligente e fez o que os maiores não conseguiram em suas próprias palavras.

As lutas a cada uma que passava mais eufórica eu ficava, bem coreografas chegando a fazer o telespectador ter uma descarga de adrenalina total.  Pantera Negra (Chadwick Boseman), o que era aquele homem, a palavra perfeito, realmente deu trabalho o rei de Wakanda e suas cenas de luta tem que ser aplaudidas de pé. Por fim o encontro à cena da luta do hangar de aviões, onde Team Cap e Team Iron se encontram. Amigos que agora viraram inimigos, cada um conhecendo os movimentos dos outros, seus pontos fracos e claro que devo ressaltar a aparição mais esperada. Homem Aranha (Tom Holland) simplesmente as lágrima vieram por finalmente vê-lo em sua casa, afinal é como diz o ditado: “o bom filho a casa torna.”. Sem contar é claro que ele veio com aquele adorável humor. Outro personagem que não teve muito tempo de tela foi Homem Formiga (Paul Rudd), a parte engraçada do filme, não que o Homem de Ferro teve seus momentos, mas Scott Lang tornou-se o alívio cômico já que o Sr. Stark estava muito ocupado tentando fazer a coisa “certa”.

Então o confronto final aconteceu, sem regras, só os dois, um tentando proteger um velho amigo e tentando não machucar o novo amigo o outro movido pelo pior dos desejos que uma pessoa pode sentir: vingança. Praticamente Capitão América: Guerra Civil se baseou em duas coisas: vingança e consequências, a primeira é como ela pode afetar as pessoas que gostamos e a segunda que não importa quem seja as consequências chegam podem tardar um pouco, mas elas sempre irão te achar.

Capitão America: Guerra Civil – Crítica Vivian Duarte

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