Divergente – Convergente (parte 1) – Crítica

A série Divergente entrega apenas um bom filme no seu pré-final.

Após a mensagem de Edith Prior ser revelada, Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zoë Kravitz) e Tori (Maggie Q) deixam Chicago para descobrir o que há além da cerca. Ao chegarem lá, eles descobrem a existência de uma nova sociedade.

Hoje em dia é moda os filmes baseados em séries de livros dividirem em dois filmes o último livro. E Convergente não foi diferente. Mesmo sendo uma série que eu estava curtindo, esse pré final foi somente bom.

O ponto alto do filme é o começo. Realmente a história apresentada é interessante e devia ter sido mais explorada, mas o filme se perde em clichês da metade para o final. Ele não tem aquela reviravolta que deixa todo mundo de boca aberta, apesar que o filme deixa uma brecha muito boa para sua continuação que provavelmente me levará ao cinema novamente.

Mais um ponto negativo são os efeitos, não são de todo ruim, mas já vi filmes mais antigos com efeitos melhores. Vire e mexe eu percebia que aquela paisagem era de chroma key e acho isso inadmissível em filmes de hoje que se propõem a abusar dos efeitos especiais.

As atuações dos filmes são OK, não existe nada de extraordinário, mas o próprio roteiro do filme não dá margem para os atores mostrarem tudo de sim.

Portanto,  Divergente – Convergente é apenas um filme para entreter. Se você busca uma história fácil de entendimento cheio de ação, pode ir com certeza ao cinema que não vai se arrepender.

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Editorial do Uai Nerd.

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