Glória Bell - Crítica

Glória Bell – Crítica: É provável que vocês já conheçam este filme baseado em Santiago e que teve bastante repercussão divulgando o roteirista e diretor Sebastián Lelio que ficou muito conhecido como o realizador do sucesso premiado Uma Mulher Fantástica (premiada com o Oscar) que lhe deu o Oscar de filme estrangeiro e 3 prêmios em Berlim, roteiro e filme. 

A repercussão foi tão grande (que ele fez outro filme de boa repercussão, virou o realizador em moda, que por sinal é Chileno e tem dado muito certo ou sorte! 

Ele fez também outro filme conhecido Desobediência (Disobedience) Inglaterra, 17 com Alessandro Nivola, Rachel Weisz, Rachel McAdams.

Certamente um diretor brasileiro poderia fazer igual ou melhor (é  a primeira vez que dirige em inglês e resultado é morno e sem vida para um tema que poderia ser explosivo mas sente-se claramente que não querem ofender ninguém).

E novamente é um tema tão feminino que não se entende porque não contrataram uma mulher para dirigir uma situação que elas com certeza entendem melhor.  A meu ver falta intensidade e paixão. Talvez por isso que o filme resulta tão mediano, querendo criar um escândalo no que acaba sendo uma bolha de sabão.

Mas O Sr, Lelio, resolveu fazer um remake justamente de Gloria (13), que foi estrelado por uma veterana local Paulina Garcia e que se torna a base deste projeto. 

Gloria é uma mulher de meia idade, de vida e idéias livres, que frequenta bares e discotecas, para ter encontros e relacionamentos, inclusive com um oficial naval. 

Esta nova versão é muito parecida com o original, com uma atriz eficiente e querida como Julianne Moore (Ensaio de uma Cegueira, feito aqui no Brasil) como uma mulher de espírito livre.

O mais curioso ou estranho é que Justamente esta versão é praticamente igual, plano a plano do original. E justamente da vaidade que o levou a fazer esta reprise! Em vez de uma latina quente com uma mulher americana que acreditem tem hábitos e comportamentos bem diversos. Mas capaz de dançar uma noite inteira!

Acredito que não seja especialmente um filme para homens e será mais entendido por mulheres, uma divorciada cujos filhos já tem vida própria, Cera tem um novo bebe, a filha (Caren Pistorious) é surfista e yoga.

A chave do filme é que a heroína passa as noites  onde encontra um divorciado (Turturro), mas na verdade nada de muito consistente chega a existir ou funcionar. Felizmente Juliane como sempre faz tudo bem e querida. Humana.

 

Crítica gentilmente enviada por Rubens Ewald Filho.

Saiba mais sobre o filme:

Glória Bell - Crítica

Glória Bell – Crítica – Rubens Ewald Filho

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Gloria Bell

Gloria Bell (2018) – Ficha Técnica

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