Megarrromântico (Isn’t It Romantic) – Crítica

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Megarrromântico

Megarrromântico filme da Netflix estrelado por Rebel Wilson, que vive Natalie, uma arquiteta cética em relação a romances, apesar do talento, Natalie tem uma personalidade submissa, servido até mesmo aqueles que deveriam ser seus subordinados, até que após sofrer uma acidente e desperta em um filme romântico dos mais clichês e ai começa a sua jornada em busca do amor e de se livrar desse mundo que tanto odeia. 

Megarrromântico é uma crítica as comédias românticas onde tudo parece perfeito, onde do nada as pessoas começam a cantar, as mocinhas acordam perfeitamente maquiadas e penteadas. 

Inicialmente achei que o longa fosse cair naquele velho clichê da garota fora do padrão que é padronizada para ser “feliz”, mas felizmente não é o quê acontece.

Mesmo que o foco do filme seja Natalie o outra personagem que vale pena ser observada é a Whitney (Betty Gilpin)  que é assistente dela e que é totalmente seu oposto, super otimista viciada em filmes românticos, sendo assim a prova de que tanto a crença demais no amor e descrença são prejudiciais para que ele seja vivido de forma plena. 

O filme apesar de ser uma comédia é bastante eficaz em mostrar o quão prejudicial é esse modelo de amor criado pro Hollywood, principalmente para as mulheres, tanto pelo fato de faze-las idealizar homens perfeito que as tornaram completas e felizes, quanto pelo fato de criar uma beleza feminina com padrões inatingíveis.

Com uma fotografia ótima, principalmente na parte de Nova York idealizada que é bastante sofisticada, exageradamente colorida e lotada de gente bem apessoada, a trilha sonora que traz música como Express Yourself, de Madonna, Pretty Woman também é um show a parte. 

Um longa que trata de auto-estima, amor próprio,  construção da própria imagem e a idealização da imagem do próximo de forma leve e coesa. Megarrromântico vale a pena ser assistido. 

 

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