Os Incríveis 2 – Crítica

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Foram precisos 14 anos para a continuação chegar, por um lado valeu a pena, mas por outro fiquei um pouco decepcionada. Acho que eu tinha muitas expectativas e infelizmente nem todas elas foram atendidas.

O filme começa exatamente onde o primeiro parou o Escavador aparecendo e destruindo a cidade e a família Incrível a defendendo com a ajuda do Gelado. Para quem não se lembra, os heróis no primeiro filme foram impedidos de continuarem o seu trabalho por causa de uma lei, mas tudo começa a mudar quando  um bilionário Willian e sua irmã Evelyn decidem ajudar os heróis remanescentes a lutarem para o fim da lei e como garota propaganda a Mulher Elástica é a escolhida, enquanto isso seu marido Beto, fica em casa cuidando das crianças; Violeta, que está passando pela fase da adolescência, Flash e Zezé um carismático bebê que finalmente mostra para seu pai os seus poderes.

Os Incríveis 2 não possui uma história muito complexa, afinal você manja quem é o vilão no início do filme, diferente do primeiro, que eu só fui descobrir quando o mesmo apareceu, sem contar o motivo pelo qual o vilão age desse jeito, claro que o Síndrome também não tinha bons motivos, mas ele era mais carismático. Novamente quem rouba a cena é Edna Moda que continua arrasando com suas tiradas espirituosas e agora com mais um novo amigo o Zezé. Enquanto o primeiro era mais focado na família, o segundo longa se foca mais no empoderamento feminino, um assunto que está sendo debatido com frequência pela sociedade.

Com excelentes cenas de ação, personagens amados retornando, Toninho Rodrigues e o guaxinim, Os Incríveis 2 não deixa muito a desejar, mas eu esperava mais depois de 14 anos de espera.

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