Críticas

Published on Maio 17th, 2018 | by UaiNerd

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Quarteto Fantástico – Crítica

Um quarteto nada fantástico é assim que me sentir ao sair da sala de cinema depois de ter ficado sentada por mais de 90 minutos.  Confesso que quando foi anunciado um filme de Quarteto Fantástico fiquei interessada mais ainda quando não se tinha notícia dos bastidores, tudo estava envolta de um mistério que a cada momento me deixava mais ansiosa, entretanto tudo devia ter ficado em segredo mesmo.

Baseado na versão Ultimate do Quarteto Fantástico, mas precisamente no arco “O Fantástico” temos um novo quarteto mais novo (bem diferente da versão de 2005). Neste longa vemos Reed Richards (Miles Teller), um jovem brilhante e incompreendido que com seu amigo Ben Grimm (Jamie Bell) constroem numa feira de ciências um teletransportador dimensional, que caso tivessem as tecnologias necessárias não queimaria tão rápido como queimou no filme. Junto a isso temos o Dr. Franklin Storm (Reg E. Cathey) que impressionado leva o jovem inventor para trabalhar na Fundação Baxter. Lá, Reed conhece seus novos parceiros Sue Storm (Kate Mara), o egocêntrico Victor Von Doom (Tobby Kebbell) e por fim o problemático Johnny Storm (Michael B. Jordan). Juntos esses quatro conseguem criar um verdadeiro teletransportador dimensional que como o nome já diz os levará para outra dimensão.  (jura?). Finalmente eles haviam conseguido concluir o projeto que mudariam suas vidas, mas o governo americano tinha outros planos, em vez de mandar os idealizadores do projeto para o lugar desconhecido queriam madar astronautas, ou seja, o crédito não seria deles. Até aí não tinha muito do que reclamar, mas não conseguir evitar.

ALERTA DE SPOILER

Como havia dito antes, apenas Reed é levado, ou seja, seu amigo Ben ficou em casa, afinal ele não é um prodígio. Aí tudo começou a ficar estranho, esqueça a origem clássica que o Quarteto Fantástico ganhava seus poderes feitos por Stan Lee e Jack Kirb e veja como três gênios embriagados tem a brilhante ideia de ligar um teletransportador dimensional para serem os primeiros a viajarem, ou como um projeto do governo de segurança máxima é colocado num prédio que um civil comum consegue entrar passando apenas por um guarda, ou como um projeto que mudaria vidas não tem NINGUÉM viajando. Embarque enquanto Reed, Johnny, Ben (este é o civil comum) e Victor viajam para outra dimensão para fincarem uma bandeira americana para mostrar que eles foram os primeiros. Ao mesmo tempo vemos Sue, a única num prédio cheio de prodígios da ciência que os ver ligar a máquina e claro ela não avisa a ninguém. Ao entrarem na dimensão, em vez de fincar a bandeira e sair de lá, não eles preferem investigar, claro que isso não deu certo e eles acabam provocando explosões, com medo voltam para o tele transportador, mas como tudo não é flores, um fica para trás e se você adivinhar quem foi você ganha um doce. Se sua resposta foi o senhor Von Doom entre em contato com o Uai Nerd (brincadeirinha gente não tem doce kkkkk) Para completar o teletransportador quebra e num sufoco tremendo Sue consegue trazê-los de volta, mas junto com Reed e companhia vem uma explosão que destrói a máquina e muda geneticamente nossos amigos.

Uma parte que eu tenho que elogiar foi a forma que os poderes foram retratos, afinal ter sua genética mudada de hora para outra não deve ser agradável, então os vemos com dor nos mostrando que no inicio ter poderes não é tão legal. Mas continuando, Reed é o primeiro a acordar com os pedidos de seu amigo de infância, fugindo da cela ele encontra Bem, mas com medo de ser pego já que sabem que ele fugiu, Reed foge o deixando sozinho e isto magoa Bem de tal maneira que ele aceita ser um capacho do governo americano, que prometem a cura de volta. Temos a passagem de um ano e Reed foge constantemente, aprendendo a usar suas habilidades conseguindo se disfarçar até que a brilhante Sue o encontra por meio da internet, o governo então manda Ben, que agora é conhecido como o Coisa pegá-lo e quando eles finalmente se encontram, sua esperança é que pelo menos haja uma resistência, uma luta, queremos ver poderes na tela, mas a minha total decepção quando o Coisa desacorda Reed com uma cabeçada, pois é não temos tudo que queremos. Reed é capturado e levado de volta para base onde eles estão construindo outra máquina, que acreditem não conseguiram colocar para funcionar e com apenas 10 minutos Reed a coloca para funcionar. Os astronautas vão para a dimensão e ficam impressionados com que veem, mas muito mais chocados quando descobrem uma forma de vida no lugar que acreditem de novo é o senhor Von Doom, com o seu corpo todo metalizado que nós sabemos o que significa. Levado em segurança para a Terra, Victor é colocado numa sala sendo interrogado pelo maior babaca do filme (se não falei dele antes, me desculpem, mas o cara é muito chato ele foi o supersticioso, não queria que Reed participasse do projeto, mas quando viu que funcionava ficou todo radiante, não queria a participação do Victor Von Doom, até aí entendo, entretanto viu que não tinha jeito, não queria que Reed e companhia fossem os primeiros a viajar mesmo os caras terem feito tudo) então é com imenso prazer que informo que a melhor morte do filme foi a dele causada por agora chamado Dr. Destino. Completamente louco egocêntrico e cheio de si, nada diferente do que era antes vemos o Dr. Destino querer destruir a Terra.

Quando chega aí você pensa, caraca finalmente eles vão se juntar e acabar com ele. Eles se juntam acabam com ele te deixando triste com os efeitos especiais horríveis e nem quero mencionar o continuísmo de cena, Quarteto Fantástico se torna o pior filme de super herói do ano.

Devo ressaltar que algumas coisas não foram ruins. A amizade de Ben e Reed no início é simpática de se ver, o elenco é bom. Miles Teller, Michael B. Jordan, Reg E. Cathey, Tim Blake Nelson (esse é o grande babaca do filme que é morto pelo Dr. Destino). Mas falha em pontos muitos fortes. Depois de criança a amizade de Ben e Reed é esquecida, o relacionamento da família Storm é interessante, mas acaba se tornado um clichê óbvio, Dr. Destino acaba se tornado um mero coadjuvante vilão em um filme que ele deveria ser o chefão, já que Harvey Elder, o babaca (Tim Blake Nelson) rouba a cena e o conceito família é esquecido.

Mas essa é a minha opinião, qual é a sua?

O filme foi dirigido por Josh Trank (Poder sem Limites), escrito por Josh Trank, Simon Kinberg (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido) e Jeremy Slater (Renascida do Inferno) e distribuído pela FOX, estreou 06 de agosto de 2015.

 

 

Quarteto Fantástico – Crítica UaiNerd

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2,5


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