Soul-crítica

Soul, o mais novo filme de animação da Disney lançado em sua plataforma de streaming aborda temas sensíveis e nos faz questionar sobre a vida.

Com a pegada de Divertidamente, acompanhamos Joe Gardner (Jamie Foxx), um professor de música que tem como maior ambição ser músico de jazz profissional e ela se realiza quando é convidado para ser pianista numa banda, porém o destino lhe prega uma peça: ele morre não podendo realizar seu sonho.

Sua alma acaba caindo no “Seminário Você”, uma palestra que usa almas inspiradoras a se conectarem com almas que nunca tiveram na Terra anteriormente. Sua missão acaba sendo, 22 (Tina Fey), uma alma que teve mestres como: Madre Teresa de Calcutá, Copérnico e até mesmo George Orwell, porém nenhum deles conseguiu despertar nela seu verdadeiro proposito. Logo Joe, vê uma possibilidade de voltar ao seu corpo e 22 o ajuda com isso. Entretanto um pequeno acidente ocorre e ambos acabam criando várias confusões.

Mais uma vez a Disney entrega um filme cheios de significados e consegue agradar a todas as idades, porém na minha opinião, Soul é exclusivamente para os adultos que conseguem se enxergar no protagonista principal. Joe Gardner reflete uma boa parte da população, uma pessoa que possui grandes sonhos, porém se frustra por não conseguir realiza-los, enquanto 22 representa aquelas que ainda não possuem objetivos e se frustra por achar que nunca irá alcançar seus propósitos. Soul nos faz refletir sobre sermos persistentes em alcançar nossos sonhos, porém não ao ponto de sermos obsessivos e deixarmos de viver. Confesso que no final soltei um “suspiro” de alívio junto ao personagem.

Se você possui Disney + ou conhece alguém que possa lhe emprestar a conta, veja Soul, vale a pena.

NOTA: 4,5/5,0

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