Star Wars: Ascenção Skywalker – Crítica

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Star Wars: Ascenção Skywalker é o fechamento da trilogia e finalmente chega aos cinemas com uma história simples sem grandes reviravoltas o que pode ter deixado algumas pessoas irritadas com sua proposta, mas que para mim foi em boa parte agradável.

Quando o Despertar da Força estreou em 2015 sob o comando J. J. Abrams com um elenco até então desconhecido estreou lembro que a palavra que usei para descrever o longa foi sensacional. A energia da sala comparada a nostalgia de ver personagens amados e uma história cativante novamente em tela fez com que meu coração se aquecesse com o retorno irreverente dessa saga. Contudo o que o primeiro tem de bom o segundo (Os Últimos Jedi) deixou na minha opinião a desejar, lembro que descrevi a história como morna e confusa. Com situações bizarras e cenas desnecessárias, visto claramente que a mudança de direção de J.J. Abrams para Rian Johnson era visível. Assim com o pronunciamento de que J. J. Abrams retornaria para a direção no terceiro eu cogitei a possibilidade de ter esperança.

Realmente a direção de ambos os diretores é diferente, Abrams praticamente coloca de escanteio todas as ideias do segundo filme mantendo poucos elementos, como: a conexão Kylo e Rey e muitas das vezes alfineta essas ideias, quem viu a cena do sabre de luz com o Mestre Skywalker (Mark Hamill) sabe do que estou falando. Mas tirando piadas a parte, o terceiro longa se sustenta através de conveniências e suposições. Convenientemente A Primeira Ordem tem uma enorme estrutura esmagadora que pode destruir planetas, mas existe um ponto fraco, incrivelmente visível que pode derrota-los a qualquer momento.

São conveniências assim que o filme propõe aos telespectadores.
Deixando um pouco de lado, vamos nos focar na construção dos personagens, claramente é visto o amadurecimento de todos, principalmente dos quatro: Rey (Daisy Ridley), deixou de ser um simples catadora e torna-se o símbolo dos Rebeldes na luta, vemos que seu treinamento a tem a ajudado muito e que questões sobre sua paternidade são respondidas, na minha opinião, de forma forçada, mas se o diretor quis seguir por esse caminho, tudo bem. Kylo Ren/Ben (Adam Driver), creio que ele foi o que mais amadureceu, deixando de ser um garoto mimado incrivelmente poderoso para se tornar um importante personagem na luta e vemos claramente que suas decisões do primeiro filme o acompanham por toda a sua vida sem contar uma cena em particular do terceiro ato que eu simplesmente amei. Finn (John Boyega) na minha opinião entra para a friendzone, mas gostei que ele uma personagem pessimista do primeiro longa se transformou em um grande incentivador. Por fim Poe (Oscar Isaac) nosso amado piloto que nesse filme vemos um pouco de sua história, mas nada aprofundado, o que eu gostei foi ver que a relação dele com o Finn melhorou bastante e eles realmente se tornaram grandes amigos refletidos em suas ações que praticamente um entende o outro sem o outro precisar abrir a boca

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Um ponto chave foi o retorno de personagens antigos e amados, mas estavam na minha opinião sendo apenas um easter eggs para fãs, além do que algumas frases também estavam sendo usadas para relembrar r sem contar o dejavu praticamente o filme todo.
Star Wars: Ascenção Skywalker termina de maneira simplista uma trilogia que teve em seu segundo longa desconstruído o que talvez tenha contribuído para o terceiro filme se apresentar dessa forma.
NOTA:4,0/5,0

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