Whitesnake – Love Ain’t No Stranger

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Whitesnake

Whitesnake: Para os fãs de Hard Rock, não é difícil identificar a voz marcante de um dos vocalistas mais emblemáticos do gênero: David Coverdale.

O sexto álbum dessa banda britânica (Whitesnake) vem carregada de grandes sons e clássicos para fã nenhum de rock colocar defeito.

Na essência da Ascenção do gênero na década de 80, “Slide it in”, sexto álbum da banda, traz consigo a emoção do rock de arena (AOR) que faz você não querer avançar uma faixa se quer.

Whitesnake

Slide it in abre muito bem o álbum com riff sensacional do guitarrista John Sykes e sua guitarrista eletrizante para os bons ouvidos.

A segunda track carrega consigo uma batida entre Hard and country rock. Slow and Easy. Não é uma das mais famosas e emblemáticas, mas com certeza vai fazer com que você queria pegar uma moto e sair pela highway com o volume ao máximo.

“Who knows where the cold wind blows,
I ask my friends, but, nobody knows
Who am I to believe in love,
Oh, love ain’t no stranger”…

Para os crescidos nos anos 80 não será difícil assimilar essa canção mais emblemática do álbum inteiro. Foi tema do Hollywood (cigarro), tornou-se um clássico, claro, não poderia deixar de ser. Alcançou a 44º posição nos chats do reino unido e 34º nos EUA. Love Ain’t no Stranger teve o título de uma das “maiores power balads” de todos os tempos ( título dado pelo Eduardo Rivadavia, da Allmusic.com,)

All or nothing te faz querer participar de uma grande banda de rock e viajar sem rumo e sem precedentes. Bem mais lado B, o essa música não deixa passar a vontade de querer com Covardale .

Arrisco em dizer que “Gambler” tem a pegada mais anos 70 de todas as outras tracks. Não tão comercial, mas de feeling inigualável.

Seguindo a tradição das letras com “Love” do Sr. Covardale, Guilty of Love traz outro sucesso com Cozy Powell (bateria) dando a batida rápida e frenética como todo rocker gosta.

Já se imaginaram em um pub cheio de motoqueiros, bilhar, chopp e strippers? Caso não, Hungry for love te faz entrar em um cenário em que o que importa é sentar na sua mesa de bar , apreciar a música e deixar o ambiente te levar .

Give me more time não tem tanto apelo para ser um grande single, mas ouvindo bem, alguns riffs lembram canções do tão consagrada banda AC/DC.

Sem perder a linha dos clássicos do Hard, Spit it out não deixa passar o que tantas outras bandas do mesmo gênero tinham a oferecer.

Encerrando ao grande estilo, Stading in The Shadow não deixa a desejar para os outros títulos dos álbuns, para os fãs da “Cobra Branca” é mais um que mostra o poder que David Covardale sempre teve com seu vocal potente , para aqueles que não a conhecem , vale a pena colocar no último e aproveitar ao extremo.

NOTAS:

A ordem das músicas colocadas foi baseada na versão EUA. A versão que temos aqui é com as faixas na ordem da versão europeia:

  1. “Gambler” – 3:57
  2. “Slide It In” (Coverdale)– 3:20
  3. “Standing in the Shadow” (Coverdale)– 3:32
  4. “Give Me More Time” – 3:41
  5. “Love Ain’t No Stranger” – 4:13
  6. “Slow an’ Easy” (Coverdale, Micky Moody)– 6:09
  7. “Spit It Out” – 4:11
  8. “All or Nothing” – 3:34
  9. “Hungry for Love” (Coverdale)– 3:57
  10. “Guilty of Love” (Coverdale)– 3:18

Data de lançamentos dos singles:

  1. “Guilty of Love”
    Lançamento: 1983
  2. “Give Me More Time”
    Lançamento: 1984
  3. “Standing in the Shadow”
    Lançamento: 1984
  4. “Slow An’ Easy”
    Lançamento: 1984
  5. “Love Ain’t No Stranger”
    Lançamento: 1984

Com um bônus de “Need Your Love So Bad” (Little Willie John) – 3:14 (faixa bônus no Japão)

 E aí, curtiu? Teve curiosidade de conhecer esse álbum que foi tão consagrado pelo mainstream da época? Então pega sua cerveja, relaxa e curta o som.

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